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| Título original |
Mera coincidência apesar de ser um filme relativamente antigo, mostra como o poder do marketing junto com a mídia possuem um poder imensurável de persuasão, transformando o sentimento do indivíduo em uma pseudo-individualidade [Wolf, Mauro; Teorias da comunicação; Editorial Presença; Lisboa; 1992], transformando este mesmo indivíduo como ser alienado, onde as notícias induzem a acreditar que são reais as pesquisas e informações ali veiculadas, utilizando da estratégia dos apelos lógicos e emocionais como o medo, a inveja, o desejo e, principalmente do senso da população por novidade. Porém, esta perspectiva do marketing [político] representado no filme, legitima ainda mais uma visão negativa que a sociedade possui do marketing [principalmente a propaganda].
Portanto, Barry Levinson construiu uma comédia muito bom construída, apresentando os conceitos da escola de Frankfurt, do marketing e da propaganda, onde o mesmo deixa pressuposto nas cenas críticas sobre a mídia de massa [mass media], da política e do marketing, mostrando como a mídia forma e/ou muda conceitos e opiniões dos indivíduos e, como o marketing [organização e planejamento] utilizado da maneira correta, apresenta benefícios mais que satisfatórios. Outra perspectiva construída dentro do filme é de perseverança, trabalhar com marketing é pensar constantemente, organizando sempre.
