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segunda-feira, 4 de abril de 2016

O estado da Arte debatida em Encontro Nacional

O que é?
A Escola de Teatro da UFBA realiza o I Encontro Nacional de Etnocenologia o I Encontro Nacional de Etnocenologia com o objetivo de discutir o Estado da Arte desse campo de estudos no Brasil. A programação será composta por mesas temáticas, comunicações de trabalhos e apresentações artísticas, e será realizada no Teatro Martim Gonçalves. 
A Etnocenologia foi criada na Universidade Paris VIII em 1995, liderada por Jean-Marie Pradier; esta chegou ao Brasil em 1997, através do Prof. Dr. Armindo Bião, criador do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (PPGAC) da Universidade Federal da Bahia, e da ABRACE – Associação Brasileira de Pesquisa em Artes Cênicas. O próprio Armindo Bião propôs a criação na ABRACE do GT Etnocenologia.
O GT Etnocenologia da ABRACE tem realizado encontros voltados às apresentações das pesquisas em andamento nos programas de pós-graduação das universidades brasileiras. Diante da vasta produção acadêmica no Brasil, nestes quase vinte anos da Etnocenologia no Brasil, e da criação da ABRACE, interessa-nos avaliar como a disciplina etnocenologia apresenta-se nas pesquisas produzidas, e em quais regiões do Brasil ela se configura como lastro da pesquisa acadêmica.
Considerando o crescimento da área da pesquisa e da pós-graduação em artes cênicas, no Brasil, bem como a ampliação de seu horizonte temático, graças aos aportes dos estudos da performance e da etnocenologia, é oportuna a realização O “I Encontro Nacional de Etnocenologia: o estado da arte”, o qual busca avaliar o desenvolvimento da referida disciplina no Brasil
Onde é?
Escola de Teatro da UFBA - Salvador, BA
Quando é?
12 de abril de 2016, 08h a 15 de abril de 2016, 18h
Quanto é?
Gratuito.
Para saber mais informações e realizar sua inscrição sobre o Primeiro Encontro Nacional de Etnocenologia acesse este site.

domingo, 6 de março de 2016

Lançamento do Livro Mulheres na Física

O que é?
“Mulheres na Física: casos históricos, panorama e perspectivas”, editado pela Editora Livraria da Física e organizado por Elisa Saitovitch (CBPF), Renata Funchal (USP), Márcia Barbosa (UFRGS), Suani Pinho (UFBA) e Ademir Santana (UNB).
O livro está dividido em três partes. Na Parte I, os capítulos descrevem as trajetórias de mulheres da história universal do período contemporâneo em sua atuação na área de física. Os capítulos da segunda parte do livro são dedicados às mulheres da história da física no Brasil, dando ênfase ao pioneirismo destas mulheres e o impacto que tiveram na criação de diferentes instituições no Brasil. A terceira e última parte aborda questões sobre a pouca participação de mulheres na disciplina, realizando uma análise de natureza estatística. A pesquisa, baseada nos bancos de dados de agências de fomentos, da Sociedade Brasileira de Física e em dados provenientes dos encontros internacionais e nacionais, tenta trazer luz ao problema da insipiente participação das mulheres em física.
O livro “Mulheres na Física” apresenta uma coletânea de artigos, escritos por autores convidados, entre os quais três atuam ou atuaram no Instituto de Física da UFBA: Aurino Ribeiro Filho (in memoriam), Olival Freire Júnior e Saulo Carneiro. O trabalho foi organizado pelos membros da antiga Comissão das Relações de Gênero da Sociedade Brasileira de Física.
Onde é?
Reitoria da UFBA.
Quando é?
8 de março, 17 horas.
Quanto é?
Gratuito.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Resenha A Mulher de Roxo

Editora: Assembléia Legislativa da Bahia
Aut@r: Patricia de Sá Moura
Capa: Bem sutil, a coleção é voltada bastante para quem deseja conhecer mais sobre a história da Bahia, de personagens, monumentos, locais, épocas e tantos outros motivos que movem a cultura de um determinado local, portanto, a capa não chama muita atenção como de uma literatura estrangeira em uma livraria, contudo, causa uma curiosidade. O que me decepcionou foi a diagramação e formação do livro, por ser um livro de produção do Governo do Estado da Bahia poderia ter uma produção mais elaborada e uma resistência um pouco mais elevada.
Narrativa: Apesar do português antes de algumas reformas, a leitura torna-se dinâmica e confortável.
Visão: Patricia de Sá Moura antes de mais nada traz muito a história da Bahia que a história de uma simples mulher. A autora traz a junção entre as duas coisas, fazendo da Mulher de Roxo um ícone participativo da história da cidade, onde seu jeito, suas vestes, sua cultura em si transforma-se eternizada em uma pintura e em um livro.
Sinto que a autora divide o livro em três distintas partes, onde o primeiro e o segundo, os dois mais longos capítulos, a mesma disserta sobre a Mulher de Roxo, sua origem, seus comportamentos e as mais variadas histórias de onde veio essa incrível personagem, contudo, a autora não afirma nem induz o leitor a pensar em qual história é mais verdadeira que a outra, deixando para julgamento próprio o que é verdade e o que não é (e até mesmo se tudo é mentira ou verdade!). O terceiro e o quarto capítulo trazem a exaltação do cotidiano da Mulher de Roxo que sempre conviveu na rua Chile e perambulou pelas ruas do centro da cidade de Salvador. É nestes terceiro e quarto capítulo que a autora mistura a vertente histórica da cidade com as rotas e costumes da andarilha inusitada.
A partir do quinto capítulo ao último, décimo primeiro, a autora traz as maneiras que a sociedade baiana convivia com a Mulher de Roxo e vise e versa. Nesta perspectiva, a autora traz as histórias que foram registradas em jornais, depoimentos, comerciantes do local e da própria Mulher de Roxo, afinal, ela também tem voz própria para contar sua própria história.
É um livro maravilhoso por dois motivos: Porque conta a história de uma mulher que seria considerada mais uma entre tantas outras denominadas de “loucas” em uma personagem história e “imortal” do centro da cidade e relata muito conteúdo histórico da cidade de Salvador, onde a autora demonstra e repassa extremo conhecimento sobre a cidade, sua construção, evolução e crescimento, tornando o livro cada vez mais interessante para os públicos que conhecem a cidade de Salvador e para os públicos que não conhecem a mesma, oferecendo uma oportunidade de vislumbrar a cidade, seu encanto nos períodos antigos (e modernos também) acompanhado de um acervo fotográfico excepcional. 

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Resenha: O livro sem figuras

Editora: Intrínseca
Aut@r: B. J. Novak
Capa: A capa não tem figura nenhuma, somente o título do livro e isso que chama atenção, bate aquela curiosidade enorme em querer saber, conhecer mais.
Narrativa: Completamente simples e direta - livro infantil.
Visão: Primeiramente, você vai sentir uma curiosidade enorme em conhecer o livro, em querer saber se realmente ele não tem figuras (esse é seu atrativo); Segundo, o autor para substituir as imagens, faz um acordo com o leitor sobre o método de leitura que deve ser utilizado, fazendo você executar tudo que o homem manda (o que é muito engraçado); Terceiro, você vai se sentir o maior idiota do mundo lendo o livro, em voz alta, vai estar rindo horrores e o melhor de tudo, não vai querer soltar o livro para nada até o fim.
Essa ideia do autor foi perfeita, trabalhar na perspectiva de uma leitura para criança, onde só o adulto lê e os dois se divertem, a criança pelo papel idiota que o leitor (pai, mãe, tio, avô, etc.) e você, por estar lendo.
Amei... recomendo como um bom presente.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Resenha: O último bailarino de Mão

Editora: Fundamento
Aut@r: Li Cuxin
Capa: Achei a capa um pouco poluída, tem muita informação, muito texto tomando conta da imagem. Poderia ser mais limpa, conseguiria chamar atenção do mesmo modo.
Narrativa: A linguagem traz o cotidiano de maneira tão aplicada que você vicia a cada parágrafo, querendo permanecer no livro a qualquer custo, transformando aquela leitura em um vício.
Visão: Uma história simplesmente comovente, pois o autor traz toda aquela perspectiva de vida de um Jovem, Li Cuxin, onde dentro de uma China fechada sob o comunismo, o que traz uma curiosidade maior sobre como funcionou o governo de Mão. Essa curiosidade, para quem fica no ocidente, fica exacerbada na falta de informação sobre a China e seu regime totalitário. Essa falta de informações sobre a China no mundo ocidental ainda é  pertinente, tornando o livro bem mais febril, digo isso, pois é uma escrita tão detalhada, que quando eu estava lendo me sentia parte daquele mundo pobre e desigual, ao ler, você sente as angústias, a  alegria do personagem, chorando, rindo e comemorando, como se você estivesse assistindo um filme. O escritor consegue exacerbar da melhor maneira todos os sentimentos contidos nesta vida de superação. Cuxin, um menino pobre, da China comunista, uma sociedade que era alienada e imune de qualquer informação do exterior. Partindo desta perspectiva, um jovem que nasce de pais extremamente honestos que construíram um amor pródigo e que serve de exemplo para toda a Vila. Crescendo cercado de amor com seus irmãos, porém, cheio de fome e muito trabalho, onde cresceu  com o sonho de ir embora, de conhecer outros mundos, uma outra relidade, que achava que não existia. Até o dia que ele é chamado para aprender a arte da dança na Academia de Pequim, o autor transmite com maior simplicidade e verdade as sensações, os pensamentos, os sentimentos, fazendo o leitor sentir-se participante da história.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

IX Seminário de gastronomia

O que é?
Hoje vai uma dica para quem faz ou quem gosta muito de gastronomia. Com uma das melhores escolas de gastronomia, o SENAC oferece o IX seminário sobre todos os feijões - histórias, tradições e gastronomia, reunindo especialistas nas áreas gastronomia, antropologia, biociências, nutrição, agricultura e comunicação. Com palestras, mesas redondas, para quem deseja participar há algumas opções na inscrição.
Onde é?
Restaurante SENAC Pelourinho.
Quando é?
25 de agosto das 14h às 18h.
Quanto é?

sábado, 1 de agosto de 2015

Livro gigante será apresentado no dique

Danielle e Bruna
O que é?
Idealizado por Danielle Andrade, com produção de Lígia Benigno e assessoria de Bruna Hercog, que trazem três livros que irão viajar as escolas. Três histórias diferentes, em três livros gigantes, que vão ganhar vida e viajar pelo Brasil.  Um que conta sobre princesa do pé de jabuticaba, inspirado na religião de matriz arfricana; o outro, o menino estripulia e a língua que fugiu com o circo.
Esta é a proposta do projeto Livro Viajante que previu a confecção de livros artesanais em grandes proporções, contendo histórias fantásticas.
O público terá a oportunidade de conhecê-los durante o lançamento que acontece no Dique do Tororó. O evento é gratuito e contará com a presença de contadores de histórias e escritores baianos. O público terá a oportunidade de ouvir as histórias e passear pelos livros. Depois, cada livro gigante seguirá o seu roteiro de viagem, fortalecendo uma rede de contadores pelo país.
Quando é?
No dia 02 de agosto, domingo, das 9h30 às 12h30.
Onde é?
No dique do tororó.
Quanto é?
Gratuito.
Vale muito a pena conhecer os livros, seja adulto ou criança. Clique aqui para ver a página do evento. 

domingo, 22 de março de 2015

Formação Revolução dos Malês

O que é?
Vem aí a II Etapa Escola de Formação Política Revolução dos Malês do Levante Popular da Juventude. Com os temas Revoltas Populares na Bahia, Educação Popular e as Tarefas da Juventude e a metodologia de mesa de debates, rodas de conversa e dinâmica em grupo.
Quem conhece sua história luta melhor, é nesse sentido que a Escola de formação política se coloca como um instrumento importante para a juventude.
Quando é?
Ocorrerá de 26 a 29 de março de 2015.
Onde é?
Local ainda à combinar.
Quanto é?
Gratuito.
Inscrições podem ser feitas através do site aqui.

Fonte: Escola de Formação Revolução dos Malês