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terça-feira, 13 de outubro de 2015

Resenha: O livro sem figuras

Editora: Intrínseca
Aut@r: B. J. Novak
Capa: A capa não tem figura nenhuma, somente o título do livro e isso que chama atenção, bate aquela curiosidade enorme em querer saber, conhecer mais.
Narrativa: Completamente simples e direta - livro infantil.
Visão: Primeiramente, você vai sentir uma curiosidade enorme em conhecer o livro, em querer saber se realmente ele não tem figuras (esse é seu atrativo); Segundo, o autor para substituir as imagens, faz um acordo com o leitor sobre o método de leitura que deve ser utilizado, fazendo você executar tudo que o homem manda (o que é muito engraçado); Terceiro, você vai se sentir o maior idiota do mundo lendo o livro, em voz alta, vai estar rindo horrores e o melhor de tudo, não vai querer soltar o livro para nada até o fim.
Essa ideia do autor foi perfeita, trabalhar na perspectiva de uma leitura para criança, onde só o adulto lê e os dois se divertem, a criança pelo papel idiota que o leitor (pai, mãe, tio, avô, etc.) e você, por estar lendo.
Amei... recomendo como um bom presente.

sábado, 1 de agosto de 2015

Livro gigante será apresentado no dique

Danielle e Bruna
O que é?
Idealizado por Danielle Andrade, com produção de Lígia Benigno e assessoria de Bruna Hercog, que trazem três livros que irão viajar as escolas. Três histórias diferentes, em três livros gigantes, que vão ganhar vida e viajar pelo Brasil.  Um que conta sobre princesa do pé de jabuticaba, inspirado na religião de matriz arfricana; o outro, o menino estripulia e a língua que fugiu com o circo.
Esta é a proposta do projeto Livro Viajante que previu a confecção de livros artesanais em grandes proporções, contendo histórias fantásticas.
O público terá a oportunidade de conhecê-los durante o lançamento que acontece no Dique do Tororó. O evento é gratuito e contará com a presença de contadores de histórias e escritores baianos. O público terá a oportunidade de ouvir as histórias e passear pelos livros. Depois, cada livro gigante seguirá o seu roteiro de viagem, fortalecendo uma rede de contadores pelo país.
Quando é?
No dia 02 de agosto, domingo, das 9h30 às 12h30.
Onde é?
No dique do tororó.
Quanto é?
Gratuito.
Vale muito a pena conhecer os livros, seja adulto ou criança. Clique aqui para ver a página do evento. 

terça-feira, 28 de julho de 2015

Resenha: O menino sem imaginação

Editora: Editora Ática
Aut@r: Carlos Eduardo Novaes
Capa: Bastante infantil, sem muitos detalhes, concentrando toda atenção no título. Poderia ser muito melhor.
Narrativa: Leve, fácil e envolvente.
Essas são as três principais características da escrita de Carlos, que por ser um livro infantil não oferece muitas dificuldades porém, nada muito infantilizado, proporcionando a qualquer público uma boa leitura.
Visão: Quem depois de velho não gosta de ler um bom livro infantil? Eu mesmo adoro e hoje trago para vocês um livro que super gostei, onde recomendo.
Esse livro de Carlos Eduardo Novais, O menino sem imaginação, traz toda uma crítica de uma sociedade alienada em forma de história infantil. Para quem já leu sobre teoria crítica, indústria cultural, entre outras tantas teorias da comunicação, quando terminar de ler este livro vai compreender que o autor, traz de maneira excepcional a maneira como no Brasil, há uma necessidade inigualável da televisão. A televisão é mais importante que um livro e, para algumas pessoas, mais importante que outras pessoas. 
Dividido em 19 capítulos, Carlos traz a história de um menino e sua família, onde todos são viciados em televisão, menos sua irmã e, de maneira mais crítica, seu avô. No desenrolar da história, o Brasil passa por uma pane na transmissão dos programas televisivos, deixando todos na “mão”. O Tavinho, personagem principal da trama, é um menino que não consegue ter imaginação - agora tenta imaginar não ter imaginação, consegue? Ou uma pessoa sem televisão, que não consegue ter imaginação? – Difícil né? Pois é, nesta perspectiva, o autor te prende em uma leitura bastante confortável, trazendo para um outro universo. Quando problematizamos como a sociedade brasileira é dependente de televisão e que não é condicionada a ler, temos uma “sociedade problema”. Dentro destas perspectivas, essa história faz você rir e pensar bastante sobre como devemos utilizar os meios de comunicação moderadamente e, abusar bastante da leitura. 
Eu recomendo essa história maravilhosa, que não vou procurar falar mais, só vocês lendo.

domingo, 17 de maio de 2015

Rô Reyes - Reflexões sobre a sexualidade e agressividade na escola.

Um livro bem sintético e relativamente pequeno [digo isso porque algumas pessoas acham livros de 200 páginas já grandes] onde a educação torna-se pauta principal. 

Reyes, Rô - Reflexões sobre a sexualidade e agressividade na escola.

Como se dá a inocência de uma criança? Será que uma criança é realmente inocente? Como avaliar as ações e características das crianças no dia-a-dia? Será que a agressividade deve ser repreendida?  Influenciada?  Avaliada?  Como deve ser esta avaliação?