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sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Produção, Cultura, Turismo e Economia em um evento

Divulgação
O que é?
O projeto Turismo de Base Comunitária no Cabula e Entorno (TBC Cabula) da UNEB vai promover o V Encontro de Turismo de Base Comunitária e Economia Solidária (ETBCES), no bairro do Beiru, em Salvador. Durante o evento, serão realizadas simultaneamente a IV Mostra de Cultura e Produção Associada ao Turismo e a Economia Solidária (MCPATES), a III Feira de Meio Ambiente e Saúde (FMAS) e o I Circuito Gastronômico. O V ETBCES, aberto ao público, objetiva mobilizar as comunidades dos 17 bairros circunvizinhos do Campus I da UNEB, em Salvador, para a valorização da cultura, do turismo de base comunitária, do cooperativismo e da organização em rede, fortalecendo o legado de gerações, com especial atenção à herança dos grupos de etnias indígenas e afro-brasileiras.
Os eventos devem contar com a participação de representantes de associações de bairros e culturais, de cooperativas de produção, além de lideranças comunitárias, gestores, pesquisadores e artistas. Os interessados podem se inscrever no local da iniciativa. A programação dos eventos conta com mesas-redondas sobre temas como “cultura da paz” e “sustentabilidade”; oficinas de “compostagem”, “arte e reciclagem”, “produção de pão” e “vivência de terapia comunitária”; rodas de conversas sobre sustentabilidade e comunicação não-violenta; e cursos de respiração, água e som (RAS). O V ETBCES conta com o apoio da Pró-Reitoria de Extensão da UNEB, da Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares (ITCP) da Universidade, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), do Ministério da Educação (MEC).

sábado, 18 de julho de 2015

Resenha: A cultura do supérfluo

Editora: Garamond
Aut@r: Pólita Gonçalves
Capa: Com uma foto que traduz o título do livro e seu objetivo, porém o efeito de estilo negativo, traz a sensação de amadorismo - por assim dizer, dando um aspecto feio. Aquela afirmação de comprar um livro pela capa, não iria funcionar neste daqui.
Narrativa: Perfeita!  A autora traz as verdadeiras perspectivas necessárias de preservação do cotidiano da sociedade, mostrando que o consumo é muito mais que ir no shopping e fazer compras.
Visão: Pegar no livro, a cultura do Supérfluo, é sentir um livro leve, que passa uma sensação de ser 100% "verde". Nas oito partes, o livro segue sua narrativa sempre muito didática, trazendo exemplos e links para que o leitor possa consultar e ampliar seu dicionário. Nos dois primeiros capítulos, a autora foca mais no consumo, procurando (des)construir o sentido que a sociedade conhece como consumo, mostrando seus tipos e quais os impactos no meio ambiente.

sábado, 21 de março de 2015

A cultura do Supérfluo


Será que a maneira como os homens estão consumindo estão destruindo o planeta e seus recursos naturais? O modelo consumista aumenta a cada dia, muitas coisas  que são supérfluas estão tornando-se necessárias em nosso psicológico portanto, neste ritmo terminaremos com um planeta cheio de problemas seja em recursos naturais, na convivência, no econômico e etc.
“Tem muita gente pobre e muita pouca gente rica”, é a frase principal do livro. A autora parte da perspectiva do consumismo, como o mesmo se apresenta para sociedade, manipulando o psicológico para haver mais consumo sem necessidade. De acordo com a autora a publicidade manipula a sociedade e a indústria constrói produtos para se tornarem descartáveis.